Profissionais que trabalham com materiais de metal, madeira
ou vidro devem ficar atentos aos riscos que eles podem causar, caso
acidentalmente perfurem a pele. Esses objetos podem conter uma bactéria chamada
clostridium tetani, que causa o tétano, infecção grave e não contagiosa.
Trabalhadores que ficam em contato com o solo também devem
redobrar o cuidado. A bactéria pode estar presente em ferramentas agrícolas,
pregos, latas, cacos de vidro, galhos de árvore, espinhos e pedaços de móveis.
A vacina contra o tétano é a melhor forma de prevenção. O
Sistema Único de Saúde (SUS) aplica gratuitamente a vacina que oferece proteção
por 10 anos. Durante a gestação, é indicado fazer um reforço antecipado, caso a
dose tenha sido tomada há mais de cinco anos. Os pais devem consultar o
Calendário Básico de Vacinação para a vacinação em crianças.
. Também para prevenir uma eventual contaminação por tétano,
a atenção deve redobrar ao transitar em áreas com entulhos de construção civil,
destroços resultantes de deslizamento, enchente ou vendaval.
Em 35% a 40% dos casos, o tétano mata. Por isso é necessário
buscar atendimento médico ao observar sintomas como contrações excessivas de
alguns músculos faciais, do pescoço, inflexibilidade muscular progressiva
(barriga dura), insuficiência respiratória, dificuldade de se alimentar e febre
baixa ou ausente.
Em países da Europa e América do Norte, a doença já é
considerada rara. No Brasil, vem diminuindo a cada ano. De 1982 para 2006, os
casos de contaminação por tétano reduziram mais de 80%, de 2. Fontes:
Ministério da Saúde
Tétano acidental226 para 415. Cartilha Tétano Acidental
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